Nom sem tempo, quero adicar umhas linhas ao processo de liberaçom nacional do povo saharaui.
Como sabedes, este dezembro passado estivem uns dias de brigadista nos campamentos de refigiados saharauis em Argélia. Eram os dias prêvios do XII Congresso do Frente POLISARIO, no cal se decide democraticamente a política a seguir pola organizaçom assi como o Secretário Geral e Presidente da República Árabe Saharaui Democrática (RASD). As distintas conversas que tivemos coa gente de ali: trabalhadores, parlamentários, médicos, mestres, membros da organizaçom juvenil… fissérom-nos ver claramente que a maioria do povo saharaui estava farto da situaçom de ocupaçom e exílio que estám a viver, e por conseguinte, tras 16 anos de intentos de soluçom diplomática infrustuosa, estám por voltar à loita armada contra a ocupaçom marroquina do seu país. Esta opiniom é mantida sobre todo pola mocidade, a maioria dos cais só conhecem o exílio.
Outra postura que se presumia ia ser bastante apoiada no Congresso era a de dar um tempo a Marrocos para que acate ás resoluçons da ONU e desbloquear o processo de autodeterminaçom do Sahara Occidental, tras o cal, de nom cumprir-se este requisito, voltariam às armas.
Finalmente esta foi a postura triunfante no XII Congresso do Frente POLISARIO. O Presidente Mohamed Abdelaziz é contundente afirmando que todos os saharauis querem voltar às armas, mas nom aclara qual será o espaço de tempo que deixarám antes de retomar a loita armada.
Ver fotografias da Brigada da UJCE ao Sahara:
